A crise do Senado em citações, e uma surpresa no final

Depois de uma semana sem postar nesse cultuado blog, volto a presentear os meus  queridos leitores com um apanhado de frases proferidas por nossos políticos com respeito a crise no Senado.

Imagino que muitas pessoas que se indagam o porquê deste blog comentar tanto sobre a vida política deste país. Respondo: é simples, pois dos assuntos em evidência na mídia prefiro não discorrer sobre a gripe suína, já que para falar de doença fico mesmo com a política.

Então lá vai:

“Nunca me acusaram de nada e agora desencadeia-se essa crise política. É essa consciência da tranquilidade que me dá forças. Se não fiz qualquer coisa de errada ao longo de minha vida pública, não esperaria 55 anos para fazer agora. Nunca me meti em qualquer coisa errada.”

- José Sarney, presidente santo do Senado

“Se o presidente Sarney não renunciar, sinto que, independentemente de nós, uma reação vai acontecer.”

- Pedro Simom (PMDB-RS), lembrando que a pressão popular a favor da saída de Sarney é grande

“Não foi anexado nenhum documento de qualquer espécie e todas as informações contidas na representação são notícias de jornal.”

- Paulo Duque (PMDB-RJ), Presidente do Conselho de Ética “justificando” o arquivamento de mais sete pedidos de investigações contra Sarney

“Parte da mídia desse país quer fazer engolir a cada um de nós essas empulhações cometidas contra o presidente Sarney. A mídia não irá conseguir consagrar o seu intento. A mídia não ira fazer com que essa Casa se agache.”

- Fernando Collor, criticando a cobertura da mídia sobre a crise do Senado

“Eles têm o mecanismo, eles que façam isso, que investiguem, que absolvam, que punam. Não peça a minha opinião, porque eu nem teria como dar opinião sobre o que vai acontecer no Senado.”

- Lula, que não sabe de nada, e não vê nada…(já vi essa história)

Este blog continuará acompanhando de perto as reverberações de mais essa crise política no nosso Brasil. Temos de refletir e formar senso crítico, senão esse país não avança.

Antes de ir, deixo mais um presente, a surpresa à qual me referi no título  do post. Trata-se de Eduardo Suplicy, no meio de uma sessão do Senado cantando Father and Son, de Cat Stevens, em homenagem ao dia dos pais. IMPAGÁVEL.

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